eis aí o perigo:
em meio a brincadeiras,
a gente vai se desvelando...
como quem brinca somente.
(Ana P. Fernandes)
E quando a fraqueza passa a ser admitida? E quando pegam em sua mão e te esquentam do frio? E quando em uma ação se muda tudo? E quando é tarde? E quando se perde? E quando a paz sai pela porta da frente de sua casa? E quando falar não adianta? E quando quer respirar, mas te sufocam? E quando ninguém te entende? E quando não se quer ouvir que você é um grande amigo? E quando não resta mais nada? E quando alguém surge do nada? E quando não se quer nada? E quando se é nada? E quando todos estão perto? E quando todos estão longe?
Houve um tempo em que jornais vendiam somente sangue e bala perdida. Hoje não, esse tipo de mercadoria já não dá mais dinheiro, já não choca. Agora estão com novos produtos. Todos a preço de banana!!!